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Onde o Dinheiro Não Tem Preço
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Onde o Dinheiro Não Tem Preço

Abriu portas em abril de 2016, na antiga Igreja de S. Julião, em plena Praça do Município. O Museu do Dinheiro leva-nos numa viagem impagável à evolução do metal que faz rodar o mundo.

10 de outubro 2016

Desengane-se se acha que no Museu do Dinheiro vai poder dar mergulhos ao estilo do Tio Patinhas! Mas, em compensação, poderá ver — ao vivo e em dourado — uma barra de ouro com mais de 12 quilos e cujo valor se situa entre os 400 e os 500 mil euros (consoante as flutuações do mercado). Mas esta é apenas uma das muitas razões pelas quais o Museu do Dinheiro merece a sua visita.

Núcleo a Núcleo
São nove núcleos e ao longo de cada um deles vai lidando com o dinheiro e a sua história de diferentes maneiras. O Museu do Dinheiro é um espaço interativo por isso prepare os cinco sentidos que vai precisar deles.
“TOCAR / O que é o Dinheiro?” é o primeiro núcleo, instalado logo na recepção onde está também a caixa forte e a tal barra de ouro de que lhe falamos há pouco. E pode tocar-lhe!



Seguimos para a ala “TROCAR / Isto é Dinheiro” onde a figura de Hermes nos tenta convencer a trocar bens por dinheiro. Aliás, aqui pode contatar com algumas “moedas” de troca usadas ao longo dos tempos.  

No terceiro núcleo — “CONVENCIONAR / A Origem da Moeda” — é possível observar a primeira moeda do mundo ocidental. Chama-se estáter, é de origem grega e tem cerca de 2700 anos. E por falar em objetos raros, prepare-se para ver mais alguns no espaço “REPRESENTAR /Sala do Tesouro”.

É agora tempo de ficar a saber um pouco mais sobre a evolução da história da moeda (a metálica e em papel) no território nacional até à entrada em vigor do euro. Basta espreitar o núcleo “NARRAR / Genealogia do Dinheiro e da Banca”. E para ficar a saber como realmente é feito o dinheiro e as formas utilizadas para garantir a sua autenticidade não deixe de visitar o “FABRICAR / Produção de Moedas e Notas”.



Passamos agora para a área denominada “ILUSTRAR / Notas do Mundo” onde os visitantes ficam a saber como se ilustra o dinheiro, ou seja, de que forma são selecionados e aplicados os motivos gráficos que vemos nas notas e nas moedas.

No penúltimo núcleo — “TESTEMUNHAR / O Homem e o Dinheiro” — é tempo de ter uma visão mais “terra-a-terra” do dinheiro através de testemunhos reais. E também os visitantes são convidados a fazê-lo, podendo deixar uma gravação da relação que têm, no dia-a-dia, com o dinheiro. Por último, visitamos “REVELAR / Memória do Sítio”, instalado na antiga capela da igreja e onde se destaca uma escultura multimédia de Hermes que faz, ela própria, a ligação entre o passado e o futuro.



Este Museu Não se Paga!

Quase que parece irónico mas a verdade é que a entrada no Museu do Dinheiro é gratuita. O espaço pode ser visitado de quarta a sábado, entre as 10H00 e as 18H00.
Para além da exposição principal, há sempre exposições temporárias para ver, bem como a Muralha D. Dinis, achado arqueológico que está classificado como Monumento Nacional. Todas as sextas, às 13H30, e aos sábados, às 11H00, há visitadas guiadas. 

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