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4 Centros Históricos Portugueses Que São Património da Humanidade
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4 Centros Históricos Portugueses Que São Património da Humanidade

Dia 27 de março comemora-se o Dia Nacional dos Centros Históricos. Todos são especiais em Portugal, mas estes quatros mereceram a distinção de Património da Humanidade por parte da UNESCO.

23 de março 2020
1 Centro Histórico de Guimarães

Centro Histórico de Guimarães

Diz a lenda que foi aqui que nasceu o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques.  Não fosse o valor simbólico motivo suficiente para conhecer Guimarães, o seu núcleo histórico é o perfeito reflexo da arquitetura civil entre a Idade Média e o século XIX.
Este “Berço da Nação”, como é conhecido, tem um dos centros medievais mais bem preservados do país. Desde as casas simples, de um piso, ao imponente Paço Ducal, as formas, fachadas e materiais de construção que perduram no tempo e naquelas ruas transformam este lugar como que saído das páginas de um livro de história.
Aliás, terá sido nesta cidade que se desenvolveram técnicas de construção de edifícios que mais tarde seriam exportadas para as antigas colónias portuguesas, em África e no Novo Mundo.
A conservação tem sido palavra de ordem, o que lhe valeu o título de Património Mundial da UNESCO em 2001.
2 Centro Histórico do Porto

Centro Histórico do Porto

Tudo começou no morro da Sé, onde a ocupação humana remonta ao milénio I a.C., e nunca mais parou de crescer. Os edifícios e ruas históricas do centro da Invicta testemunham a evolução ao longo de mais de mil anos — da Sé Catedral e a Torre dos Clérigos, passando por igrejas barrocas e ruas sinuosas, até ao Cais da Ribeira.
Em 1996, a UNESCO considerou que "este bem possui notável valor universal pelo seu tecido urbano e pelos seus inúmeros edifícios históricos que testemunham o desenvolvimento ao longo do último milénio de uma cidade europeia virada para o ocidente pelas suas ligações comerciais e culturais".
Este Património da Humanidade, de olhos postos no Rio Douro e em Vila Nova de Gaia, continua hoje a contar as suas histórias. E sempre com pronúncia do Norte.
3 Centro Histórico de Évora

Centro Histórico de Évora

Bem no centro da planície alentejana, Évora surge como um pólo da Antiguidade.
Muitos foram os povos que por ali passaram e deixaram uma marca que hoje pode ser vista. Do Templo de Diana, nota marcante do tempo dos romanos, às muralhas e ruas identificadas com a presença muçulmana, esta cidade do Alentejo nunca parou de crescer e surpreender. Com ela surgiram edifícios incríveis como a Sé Catedral, um grande exemplo do gótico português, e outros estilos se juntam na forma de conventos e palácios renascentistas, maneiristas e barrocos.
Razão mais do que suficiente para a UNESCO lhe atribuir o título de Património da Humanidade, em 1986.
4 Centro Histórico de Angra do Heroísmo

Centro Histórico de Angra do Heroísmo

Do continente para as ilhas para lembrar que nos Açores também há um centro histórico reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade. Na Terceira, Angra do Heroísmo entra para a lista com o seu núcleo composto pelas fortalezas de São Sebastião e de São Filipe, pela Sé Catedral, a Igreja da Misericórdia e o Palácio dos Capitães-Generais.
A ilha ficava na rota das ligações marítimas à Índia e ao Brasil e, por tal, foi paragem das naus portuguesas durante a altura dos Descobrimentos. Tal facto dotou esta cidade de um legado incrível que se vê no património arquitetónico, enquadrado na paisagem única daquela ilha açoreana.
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