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6 Locais Que Não Pode Perder em Belém
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6 Locais Que Não Pode Perder em Belém

É uma das zonas mais turísticas de Lisboa e, por essa razão, visitá-la exige alguma paciência. Mas, acredite, vale a pena perder alguns minutos e ver Belém com outros olhos.

20 de junho 2016
1 MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

Entrar no Mosteiro dos Jerónimos

Quantas vezes já foi a Belém, esteve à porta do Mosteiro dos Jerónimos e não chegou a entrar desmotivado pelas filas? Algumas, certo? Bom, desta vez pedimos-lhe que resista à tentação de dar meia volta e vá comprar o bilhete. Aproveite e adquira o bilhete Descobertas — junta os Jerónimos à Torre de Belém — cujo preço são 12€.
Enquanto aguarda a sua vez para entrar aproveite para admirar a fachada do Mosteiro. São 300 metros de um edifício imponente que desde 1984 é Património Mundial da UNESCO. Uma vez no interior, passeie-se pelos claustros e admire todos os pormenores da arquitetura manuelina. Não deixe de visitar o antigo Refeitório dos Monges (o mosteiro foi doado por D. Manuel I aos monges Jerónimos, daí o seu nome) onde se destacam os azulejos (final do século XVIII) que revestem as paredes.

2 TORRE DE BELÉM

Subir à Torre de Belém

Este é outro monumento em Belém que vai “abusar” da sua paciência se o quiser visitar. Mas acredite — vale a pena. E provavelmente vai sentir isso assim que ultrapassar o passadiço e entrar dentro do baluarte onde ainda hoje pode apreciar os canhões. Lá fora, o primeiro terraço que deve espreitar.
Subir ao topo da Torre de Belém implica escalar mais de 90 degraus e, muitas vezes, esperar pela sua vez para o fazer. Mas o prémio pela perseverança está na chegada ao Terraço da Torre onde consegue observar toda a zona de Belém, a estátua do Cristo Rei, a Fundação Champalimaud e o Estuário do Tejo.
Caso não tenha adquirido o bilhete conjunto com o Mosteiro dos Jerónimos, saiba que a entrada para a Torre custa 6€. Nos meses de verão, a última entrada faz-se às 17h00. 

3 PASTEL DE BELÉM

Ter Paciência Para Comer um Pastel de Belém

Sim, há fila. E sim, é grande. Mas tudo o que é bom exige esforço. Mais do que uma iguaria desta zona de Lisboa, os Pastéis de Belém são um dos ícones da doçaria nacional. Há que prova-los quentinhos e polvilhados com açúcar em pó e canela. O ideal até será comprar um cartucho com meia dúzia deles e ir deliciar-se para o jardim.
Todos os dias, cerca de 20 mil pastéis são confeccionados na Fábrica de Belém. E, todos os dias (do ano, sem exceção), há uns bons milhares de pessoas que vivem um momento de verdadeira felicidade gastronómica. 

4 JARDIM DE BELÉM

Esticar as Pernas no Jardim de Belém

Lembra-se de lhe termos dito para pegar nos pastéis e ir comê-los para o jardim? Então, basta atravessar a rua, em direção ao rio e dá logo de caras com o Jardim de Belém.
Há banquinhos para quem prefere ficar sentado, e muita relva para quem for adepto de uma posição, digamos, mais horizontal. É natural que o sossego não seja grande porque, habitualmente, este espaço de Belém está bem povoado de turistas, pais que brincam com filhos e donos que passeiam cães. Mas, aqui, está-se muito bem.

5 CENTRO CULTURAL DE BELÉM

Espreitar as Exposições do CCB

É um espaço de cultura por excelência. E é também no Centro Cultural de Belém que está instalado o Museu Coleção Berardo. Passear pelo CCB já é uma belíssima experiência e, ainda para mais, é gratuito. Tal como o acesso às exposições permanentes do museu. O que quer dizer que pode passar um bom par de horas a admirar arte contemporânea do século XX. A mostra ocupa dois pisos e acompanha, cronologicamente, peças de 1900 até à década de 1990.
No final, vá até ao Jardim das Oliveiras. De frente para o Tejo, asseguramos-lhe que é um dos locais com mais pinta de Belém.

6 FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD

Ver de Perto a Fundação Champalimaud

Está localizada na zona ribeirinha de Pedrouços. Caso não saiba, era daqui que saiam as caravelas na época dos Descobrimentos e esse facto foi levado muito a sério pelo arquiteto Charles Correa, responsável pelo projeto da Fundação Champalimaud.
Todos os espaços exteriores do edifício estão abertos a quem por ali quiser passear. Estamos no ponto em que rio e mar se fundem, uma paisagem tranquila da qual pode desfrutar sentado no anfiteatro ou na relva. Um local da História — do passado e do presente — que está de braços abertos para o receber. 

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