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Ouvir fado em Lisboa

É a canção dos lisboetas e de um povo inteiro. Fala de saudade, de amor, de desgosto e de tradição. Ouve-se por todo o país, é certo, mas a verdade é que o fado mora nos bairros de Lisboa.

10 de julho 2020
1 A Severa

A Severa

Os painéis de azulejos, a luz das velas e os artistas prontos. Vai começar a cantar-se o fado numas das mais antigas casas de Lisboa — A Severa. Fica no Bairro Alto, na Rua das Gáveas, e mantém-se na mesma família há três gerações. O nome do espaço tem a sua origem no século XIX, inspirado numa cantadeira que entoava o fado pelas ruas da Mouraria.
A Severa conta com um naipe de quatro fadistas que atuam todos os dias da semana, a partir das 21h00, à exceção de quarta-feira, o dia de encerramento. A carta do restaurante está centrada na gastronomia típica portuguesa e há uma ementa turística que inclui prato, sobremesa, bebida e café e que custa 49€.

2 Adega Machado

Adega Machado

A menos de 1 minuto d’A Severa, no número 89 da Rua do Norte, encontra outra das referências do fado de Lisboa. Falamos da Adega Machado, aberta desde 1937 e uma das mais antigas casas de fado existentes na capital. É impossível perder a entrada da adega, revestida com azulejos de um amarelo forte e ícones ligados ao fado e à tipicidade de Portugal.
Fundada por uma fadista casada com um violista, a Adega Machado acolhe grandes nomes do fado atual como são os casos de Marco Rodrigues e Pedro Moutinho. Atuam na sala principal da adega, sempre em frente ao quadro do artista José Dias Sanchez.
Aberto de terça a domingo das 20h00 às 03h00.
3 O Faia

O Faia

A fundadora desta casa foi nada mais, nada menos, do que a mãe de Carlos do Carmo. Pelo Faia passaram alguns dos maiores nomes do fado. Exemplos? Alfredo Marceneiro, Fernando Maurício ou Tristão da Silva. Nos dias de hoje as referências mantém-se mas numa geração diferente. De segunda a sábado cantam fadistas como Ricardo Ribeiro, Anita Guerreiro e Lenita Gentil.
Para uma refeição mais em conta, com um valor de 49,5€,  opte pelo Menu Bairro Alto que inclui sopa, prato de peixe ou carne e sobremesa (bebidas não incluídas). 

4 A Parreirinha de Alfama

A Parreirinha de Alfama

Reconhece o nome Argentina Santos? Se não for apreciador de fado talvez não mas quem gosta do género musical com certeza que sabe de quem estamos a falar. É um dos ícones do fado nacional e também a proprietária da Parreirinha de Alfama e que ainda hoje faz o gosto à voz.
Para acompanhar o fado há tiborna de bacalhau, arroz de tamboril (o ex-libris da casa) ou alcatra à moda da Terceira. E a sobremesa? Arroz doce da Tia Argentina, pois claro!

5 Café Luso

Café Luso

Sabia que foi aqui que Amália Rodrigues começou a sua carreira? Com quase 90 anos de existência, o Café Luso começou na Avenida da Liberdade mas nos anos 40 do século passado passou para o Bairro Alto onde se mantém até ao dias de hoje. A aposta desta casa passa por manter a tradição mas também por mostrar novas vozes do fado, com uma interpretação mais contemporânea deste género secular. O mesmo se passa com a carta do restaurante – pratos típicos com uma abordagem moderna.

6 Sr. Vinho

Sr. Vinho

Depois do Bairro Alto e de Alfama, eis-nos na Madragoa. Maria da Fé, Aldina Duarte e Joana Amendoeira. Estas são apenas algumas das vozes que pode ouvir no Sr. Vinho. De portas abertas desde 1975, é um dos locais mais conhecidos e apreciados do roteiro do fado em Lisboa.
As favas e o bacalhau à Sr. Vinho, o cabrito assado no forno, a cataplana de garoupa e arroz de tamboril são algumas das especialidades da casa. Sim, aqui ouve-se bom fado e degusta-se boa comida.
É das poucas casas de fado de Lisboa que está aberta todos os dias da semana. Os fadistas começam a atuar a partir das 21.30h e cantam até que a voz lhes doa.

7 Marquês da Sé

Marquês da Sé

A fadista Alexandra é o nome mais sonante a dar voz ao fado neste espaço dedicado à música de Lisboa. De terça a domingo é possível apreciar não só o fado pelo fado mas também esta belíssima casa instalada num edifício datado dos finais do século XVIII.
O Marquês da Sé fica, tal como o nome indica, muito próximo da Sé de Lisboa. A ementa baseia-se em comida regional portuguesa.

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